sexta-feira, 10 de julho de 2009

- Eu imagino minha morte todas as horas, em todos os momentos, você não? - Não. - eu penso como seria bom. fico imaginando a calma da morte e o meu sangue espirrando nos transeuntes. De olhos abertos, vidrados.

Um comentário:

  1. Nunca nada que vc escreveu fez tanto o meu gosto, e tbm falando de um tipo de lit. que me agrada tá ótimo mesmo teu poema (:

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