quinta-feira, 9 de julho de 2009
05 de julho
Juro que tentei, tentei muito escrever algo, e precisava, mas não consigo repetir mais que palavras reais e sinceras.
É inexplicável o tanto que eu gosto de você, e a surpresa de saber que todo esse tempo fomos desencontro. É inexplicável, a falta que vai me fazer. É inexplicável a tristeza que senti. Só posso dizer que eu gostava de você, mas gostava da pessoa, do espírito, da energia, sei la... Empatia grátis. Gostava de saber da sua presença, de ver sua loucura. E só percebi o quanto, quando conheci o sentido da palavra adeus.
Dois meninos se despediram. Como doeu em mim.
Ao meu lado ficou um homem, e ele chorava.
Segurei em seu braço e disse, "não somos nós que estamos indo, somos nós que estamos ficando". Pensei comigo...Talvez o resto de nossas vidas seja assim, escolhemos.
Essa terra se chama intensidade, sonho, alegria,perdição, onde a loucura é maior.
E as amizades... Os amigos... É tudo o que temos.
Grandemente inimaginável.
Mas essa terra se chama principalmente... solidão.
Guardo de você, o desejo.
Em minha boca o beijo,
O beijo que não acabou.
se agente soubesse, se todos nós soubéssemos...talvez amassemos mais, fugíssemos menos, brigássemos menos, comprimentassemos mais, ariscássemos mais...
Adeus.
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Quando narrámos os métodos de como esquecemos, é por que queremos que uma realidade vire lembrança.
ResponderExcluirQuando narrámos os métodos de como esquecemos?
ResponderExcluir*eu nao esqueci... dessa você nao leu o mesmo que eu escrevi.