sábado, 24 de setembro de 2011

A vida é dor, e não preciso estar doendo para escrever isso.
De se perder um amor ou a separação inevitável entre pais e filhos.
Crescer, viver os anos, mudar, é um abandonar-se constante.
Continuamos porque é assim que deve ser.
Vivo porque meus pais seguiram o curso natural da vida.
Parto porque sou "eu", não sou você, não sou mais ninguém, 1.
Sou um ser humano na permanente e solitária busca de si mesmo.
Vivemos para simplesmente dar espaço aos que virão. Destruição inerente à vida.
Daqui a cem anos serão outros, e eu...


- Lia Saboia -

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